(por Peter Leal)
Todo ato intencional público exige inteligência e um OBJETIVO claro. Uma crítica social, para ser válida, deve servir para quebrar resistências e promover reflexão, visando, talvez, mudar a mentalidade de quem é criticado.
A ala “Família em Conserva” da Acadêmicos de Niterói não apenas fracassou em provocar reflexão: produziu o EFEITO INVERSO. Uniu ainda mais os grupos criticados, que se apropriaram da encenação para REAFIRMAR e CONSOLIDAR sua própria posição.


Eis a definição clínica da imbecilidade de um ato: quando o objetivo não só falha, mas fortalece exatamente aquilo que pretendia enfraquecer!
O militante abobado pode dizer: “e se o objetivo era só atacar mesmo?”. Isso só faz o “nível da burrice” subir! Se o objetivo é o choque vazio, expõe-se claramente a podridão estrutural de onde essa crítica se origina!
Prova-se que essa “visão de mundo” não quer melhora social alguma, quer apenas bagunça, a “lacração estéril” e a SEPARAÇÃO das pessoas em grupos de ódio, validando exatamente o que o outro lado alerta há tempos.


Por fim, há a última fronteira de defesa: “a mensagem era uma crítica somente às disfunções da família conservadora”. Conversa fiada. Volte ao primeiro parágrafo: se a sua mensagem precisa de manual de instrução para não ser repelida pelo público-alvo, então ela é um LIXO comunicativo! Temos aqui apenas INCOMPETÊNCIA.
O argumento de que “o povo não sabe interpretar” é a cereja do bolo da arrogância. Tantos “antropólogos de Federal” e “intelectuais” da sociedade envolvidos em SEIS MESES de planejamento na criação dessa bizarrice, serem incapazes de prever um resultado TÃO ÓBVIO (e primário!), rende praticamente um atestado de disfunção cognitiva!
Não tem para onde fugir: ou foi apenas mais um ataque burro, ou é a exposição explícita da má-fé e da intencionalidade perversa que caracteriza o tipo de ideologia de onde isso tudo se origina.
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