O promotor de Justiça Douglas Chegury, atuante na comarca de Formosa/GO, chamou a atenção ao inovar em sua sustentação oral durante um Tribunal do Júri realizado em Luziânia/GO, entre os dias 6 e 8 de maio de 2026.
O galho de árvore (simbolizando um cajado) serviu para a narrativa da acusação, visando ilustrar aos jurados a dinâmica dos fatos. O (cajado) surgiu no segundo dia de julgamento, quando o juiz responsável suspendeu a sessão para a realização de uma diligência externa. Jurados, magistrado, integrantes do MP/GO, advogados e policiais foram até uma fazenda na zona rural de Luziânia, local onde ocorreu o homicídio analisado pelo tribunal do Júri.
Durante a inspeção judicial, o promotor utilizou o galho em grande parte do percurso e retornou com ele ao fórum. Depois, incorporou o objeto à sustentação oral como “cajado” na narrativa apresentada aos jurados.
Com isso Douglas Chegury buscou esclarecer dúvidas sobre a dinâmica dos fatos, especialmente a possibilidade de as vítimas terem ingressado na propriedade dos acusados e a localização da residência dos envolvidos.
Esse tipo de conduta reflete o uso do storytelling jurídico, uma técnica de organização do discurso forense, que visa tornar temas complexos mais claros e acessíveis.
Veja o vídeo da atuação no Instagram.
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Com informações- https://www.migalhas.com.br


