Formosa-GO: Ruas e calçadas viram um verdadeiro “queijo suíço”. Quem mora ou transita por Formosa ultimamente precisa ter a atenção redobrada, suspenção e amortecedores do carro em dia. A empresa terceirizada que presta serviços para a Saneago na nossa cidade parece ter adotado um novo conceito de urbanismo: o “estilo queijo suíço”.
A indignação da população não é pela realização das obras em si — afinal, melhorias no saneamento e na rede de água são necessárias e bem-vindas. O grande problema é o pós-obra. A dinâmica virou rotina: a terceirizada chega, quebra o asfalto, destrói a calçada do morador, faz o reparo na tubulação e vai embora deixando o rastro da destruição.

O resultado? Buracos e valas abertos por dias, semanas (às vezes por meses), remendos malfeitos que afundam na primeira chuva e calçadas estouradas que viram armadilhas para pedestres, idosos e cadeirantes.
Os prejuízos não são abstratos:
- No bolso do motorista: Pneus rasgados, rodas amassadas e suspensão danificada.
- No bolso do morador: Calçadas que foram feitas com o suor do cidadão e acabam destruídas, sem que a empresa terceirizada retorne para fazer o calçamento adequado.
- Na segurança: Riscos reais de acidentes graves, tanto para quem está de moto ou carro quanto para quem está apenas tentando caminhar pelo seu bairro.

O morador de Formosa paga seus impostos e suas contas de água (que não são baratas). Ver a cidade ser esburacada dessa forma, sem nenhuma fiscalização rigorosa ou acabamento decente, é um desrespeito.
Fica o apelo à Saneago e à Prefeitura de Formosa: fiscalizem as suas terceirizadas. A população não aguenta mais desviar de crateras e ver o patrimônio público e privado ser tratado com tanto descaso. Queremos o asfalto e as calçadas de volta, e não esse queijo suíço em que a cidade se transformou!

Quem mora ou transita por Formosa ultimamente precisa ter a atenção redobrada, suspenção e o amortecedor do carro em dia. A empresa terceirizada que presta serviços para a Saneago na nossa cidade parece ter adotado um novo conceito de urbanismo: o “estilo queijo suíço”.
A indignação da população não é pela realização das obras em si — afinal, melhorias no saneamento e na rede de água são necessárias e bem-vindas. O grande problema é o pós-obra. A dinâmica virou rotina: a terceirizada chega, quebra o asfalto, destrói a calçada do morador, faz o reparo na tubulação e vai embora deixando o rastro da destruição.

O resultado? Buracos e valas abertos por dias, semanas (às vezes por meses), remendos malfeitos que afundam na primeira chuva e calçadas estouradas que viram armadilhas para pedestres, idosos e cadeirantes.
Os prejuízos não são abstratos:
- No bolso do motorista: Pneus rasgados, rodas amassadas e suspensão danificada.
- No bolso do morador: Calçadas que foram feitas com o suor do cidadão e acabam destruídas, sem que a empresa retorne para fazer o calçamento adequado.
- Na segurança: Riscos reais de acidentes graves, tanto para quem está de moto ou carro quanto para quem está apenas tentando caminhar pelo seu bairro.
O morador de Formosa paga seus impostos e suas contas de água (que não são baratas). Ver a cidade ser esburacada dessa forma, sem nenhuma fiscalização rigorosa ou acabamento decente, é um desrespeito.

Fica o apelo à Saneago e à Prefeitura de Formosa: fiscalizem as suas terceirizadas. A população não aguenta mais desviar de crateras e ver o patrimônio público e privado ser tratado com tanto descaso. Queremos o asfalto e as calçadas de volta, e não esse queijo suíço em que a cidade se transformou!
Por Waldemar Maciel



